segunda-feira, 15 de setembro de 2014

TGD
O que são os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD)?
Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestarem-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.
Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não-verbais e, ao brincar, preferem ater-se a objetos no lugar de movimentar-se junto das demais crianças. Ações repetitivas são bastante comuns.

              Pranchas de comunicação para alunos com TGD




Crianças com transtornos de desenvolvimento apresentam diferenças e merecem atenção com relação às áreas de interação social, comunicação e comportamento. Na escola, mesmo com tempos diferentes de aprendizagem, esses alunos devem ser incluídos em classes com os pares da mesma faixa etária.
 As  atividades dos alunos  devem sempre serem ajustadas  e  com a ajuda do profissional responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE).  Cabe ao professor identificar as potências dos alunos, estimular a autonomia, ,conquistar a confiança da criança, pois os alunos com TGD costumam procurar pessoas que transmitam confiança é muito importante para o seu desenvolvimento.





http://revistaescola.abril.com.br/formacao/transtornos-globais-desenvolvimento-tgd-624845.shtml

domingo, 8 de junho de 2014

O acompanhamento do aluno com TEA precisa ser consistente e afirmativo. Deve ser feito um plano individual para cada ano letivo. Ele deve ser analisado de acordo com sua individualidade. A escola e a família devem ser parceiras na busca de estratégias para que as metas propostas sejam alcançadas. Buscar vários tipos de estratégias para facilitar a percepção e a diferenciação do mundo. Sugestões:

Jogo de dominó sentidos
Jogo de dominó sentidos 
Sequência lógica
Sequência lógica
Atividade de sequência lógica auxiliam na memorização e atenção

































Utilizando o Boardmaker
Utilizando o Boardmaker

Atividade de sequência lógica do Boardmaker





quarta-feira, 23 de abril de 2014

Surdocegueira e DMU




Diferença entre Surdocegueira e Deficiência Múltipla


Surdocegueira e DMU
     

A surdocegueira é uma deficiência única em que o indivíduo ao mesmo tempo perda da visão e da audição. É considerado surdocego a pessoa que apresenta essas duas limitações independente do grau das perdas auditiva e visual. A surdocegueira pode ser congênita ou adquirida e não é deficiência múltipla. Elas estão divididas em quatro categorias:
Pessoas que eram cegas e se tornaram surdas;
Que eram surdos e se tornaram cegos;
Pessoas que se tornaram surdocegos,
ou se tornaram surdocegos antes de terem aprendido alguma linguagem.
Os indivíduos com surdocegueira demonstram dificuldades em observar, compreender e imitar o comportamento de membros da família ou de outros que venham entrar em contato, devido á combinação das perdas visuais e auditivas que apresentam.

 Estratégias de aprendizagem para uma pessoa surdocega:
Em primeiro lugar observar o nível intelectual e educacional alcançado pela pessoa antes de adquirir a surdocegueira.
As pessoas surdocegas necessitam de formas específicas de comunicação para terem acesso a educação, lazer, trabalho e vida social.

 
 


A DMU , são pessoas que têm mais de uma deficiência associada. É uma condição heterogênea que identifica diferentes grupos de pessoas, revelando associações diversas de deficiências que afetam, mais ou menos intensamente,  o funcionamento individual e o relacionamento social. 
 Segundo o (Fascículo DMU) As pessoas com deficiência múltipla apresenta características específicas, individuais, singulares e não apresentam necessariamente os mesmos tipos de deficiência, podem apresentar cegueira e deficiência mental, deficiência auditiva e deficiência mental, deficiência auditiva e autismo e outros.
As  necessidades básicas de uma pessoa que apresenta DMU, diz respeito:  As pessoas necessitam de formas específicas de comunicação para terem acesso a educação, lazer, trabalho e vida social.
Necessidades físicas e médicas;
Necessidades emocionais,
Necessidade educativas, sensorial e de comportamento social. 

  Por isso é necessário enfocar que existem algumas estratégias que são utilizadas para a aquisição da comunicação das pessoas surdocegas e das pessoas com DMU.

Estratégias de aprendizagem para uma pessoa surdocega:
Em primeiro lugar observar o nível intelectual e educacional alcançado pela pessoa antes de adquirir a surdocegueira.





 A pessoa com deficiência múltipla necessita de um ambiente reativo, isto é, que responda a suas iniciativas. Seu tempo de resposta deve ser respeitado e a habilidades de fazer escolhas deve estar dentro de suas atividades programadas, por este motivo devemos considerar os símbolos e os gestos,  considerando primeiro o seu estágio de comunicação e suas habilidades motoras antes de optar por um sistema, o uso de fotos, objetos concretos, desenhos, contornos, são sistemas que devem ser levados em consideração tanto para estágios pré-simbólicos como simbólicos



   Em relação as pessoas com DMU, é necessário organizar o mundo da pessoa por meio do estabelecimento de rotinas claras e uma comunicação adequada. É preciso desenvolver atividades de maneira multisensorial para garantir aproveitamento de todos os sentidos e que sejam atividades que proporcionem uma aprendizagem significativa com oportunidades de generalizar para outros ambientes e pessoas (atividade funcional)



 


 Endereço de Pesquisa: Livro Surdocegueira e Deficiência Múltipla.
Coletânea UFC-Mec/2010: A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar. Fascículo 05: Surdocegueira e Deficiência Múltipla.


quinta-feira, 20 de março de 2014

Acessibilidade Surdos

EDUCAÇÃO ESCOLAR DE PESSOA COM SURDEZ- ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO EM CONSTRUÇÃO



De acordo com o Decreto 5.626 de 5 de Dezembro de 2005, fica claro que a pessoa com surdez tem o direito de uma educação que garanta a sua formação em que tanto a Língua Brasileira de Sinais (LI
 BRAS) e a língua Portuguesa constituem línguas de instrução, e que o acesso as duas ocorra de forma simultânea. Desta forma diminui o grau de dificuldade. Sabemos que o problema da pessoa com surdez não pode continuar sendo centrado em uma determinada língua e levarmos a refletir que o fracasso está também nas práticas pedagógicas. Segundo Damázio(2005) São vários os empecilhos que levam as pessoas com surdez ao fracasso e é preciso rompê-los em prol de uma aprendizagem significativa. E apresentar também forma do trabalho do AEE PS, envolvendo os três momentos: Atendimento Educacional Especializado em LIBRAS (0correndo diariamente, em horário contrário aos da sala de aula comum), Atendimento Educacional Especializado para o Ensino da Língua Portuguesa,(escrita considerando a segunda língua para as PS que acontece na Sala de Recurso Multifuncional, no contra turno) e o Atendimento Educacional Especializado para o Ensino de LIBRAS (o ensino da Língua Brasileira de Sinais realizado preferencialmente por profissionais com surdez). Pois o estudo sistemático de LIBRAS e Língua Portuguesa escrita, além de complementar ao bom desempenho escolar do aluno com surdez, também é uma inclusão em escolas comum. No que diz respeito aos alunos surdos deve ser levado em consideração tanto a sua especificidade linguística quanto cultural. No sentido de garantir o Atendimento Educacional Especializado, a obrigatoriedade quanto ao uso e difusão da LIBRAS, impõe-se como condição das novas exigências da prática social, configurando as oportunidades de inclusão dos educandos surdos com possibilidade para interagirem em diferentes contextos da sociedade, usufruindo o direito de emancipação de sua cidadania.


Referência:
DAMÁZIO, M.F.M. J FERREIRA, J.P. Educação Escolar de Pessoa co Surdez- Atendimento Educacional Especializado em Construção. Revista Inclusão: MEC, V.5. 2010, P. 46-57.


domingo, 11 de agosto de 2013

DEFICIENCIA FISICA

AEE Fechamento Emiliana de Oliveira Pereira Freitas Aprendi que o professor do AEE está para dar suporte, complementar e suplementar a vida social e acadêmica do aluno. Disponibilizando serviços, recursos pedagógicos e promovendo acessibilidade, para que possa eliminar as barreiras encontradas por a sua deficiência. O estudo do caso é muito importante, pois é uma forma de acompanhar de perto a vida do aluno, ajuda nas propostas de estratégias junto com professores da sala comum, equipe administrativa e familiares, Para que aconteça de fato o processo da verdadeira inclusão. Pois é apartir do estudo do caso que o professor colhe informações da vida do aluno,através da família, escola e se necessário amigos. Com esta coleta de dados facilita a análise e pesquisa para que ele possa propor estratégias e metodologias individual de atendimento para que o mesmo possa superar suas dificuldades, eliminando as barreiras para a sua aprendizagem e desenvolvimento pessoal .Sem o estudo é impossível elaborar um plano com sucesso. Vale salientar que é de suma importância que participe do Projeto Político Pedagógico da escola. O plano de aula é muito importante pois contribui para melhorar a aprendizagem e o desempenho do aluno, através dele o professor pode organizar um roteiro com as informações da vida do aluno, saber da sua história de vida, em relação a família, escola e o que pensa. Obter informações sobre seu comportamento, se interage, como está seu desempenho, seu desenvolvimento pessoal e em seguida depois da análise procurar atender as sua necessidades, e assim sendo garantir seu acesso e permanência na escola.

ESTUDO DE UM CASO

Analisando o caso Roberto pude perceber que a organização das etapas torna-se mais mais fácil buscar estratégias para um melhor acompanhamento do aluno. Através das leituras dos outros grupos percebe-se claramente a importância do professor do AEE na vida do aluno para que possa acontecer uma verdadeira inclusão.